Clara apertou as coxas com força, mas isso só piorou a situação. Um novo latejar de desejo a fez gemer baixinho. Ela nunca havia tido um sonho tão explícito, tão real, tão intenso. E o pior, ou melhor, era que o Julian do sonho falava exatamente como o Julian real falaria. Aquela mistura perigosa de carinho protetor com uma dominância sexual crua.
Ela olhou para o relógio. Eram 07:12 da manhã.
O apartamento estava silencioso. Julian provavelmente ainda dormia no sofá. Clara levantou devagar, se