Narrado por Dmitri Volkov
O eco dos gritos no galpão ainda grudava nos meus ouvidos quando fechei a porta do escritório. O cheiro de ferro parecia ter atravessado a pele, e por mais que eu esfregasse as mãos, continuava lá. Não era a primeira vez, e não seria a última.
Joguei o paletó sobre a poltrona, servi um copo generoso de vodca e virei de uma vez. A bebida queimou, mas não trouxe alívio. O copo estalou contra a mesa quando o apoiei com força.
Mikhail entrou em seguida. Fechou a porta deva