Alessia
Tirando a minha mãe, eu já nem lembrava qual tinha sido a última vez que alguém cuidou de mim daquele jeito.
Saímos do banheiro e, mesmo comigo vulnerável, Oleg não me olhou com pena, muito menos com desejo. O olhar dele era firme, atento, como alguém que assume a responsabilidade de proteger — não de possuir.
Ele pegou uma toalha e me envolveu com cuidado, ajudando a retirar o sutiã sem pressa, sem constrangimento. Depois se abaixou, com o mesmo respeito, e me ajudou a tirar a calcinha