Narrado por Anya Petrova
O quarto estava aquecido, as cortinas fechadas e a televisão ligada em um daqueles filmes românticos que Polina insistia em assistir. Eu não estava prestando muita atenção, mas me permiti relaxar. Depois de dias de tensão, aquela noite com elas parecia quase normal.
Polina estava deitada de bruços na cama, mexendo no celular, e Darya tinha uma tigela de pipoca no colo. Eu fiquei encostada nas almofadas, tentando esquecer o peso do futuro.
Polina: — Você reparou no jeito