O sol mal tinha subido quando Mikhail chegou à mansão de Dmitri.
O rosto ainda carregava o cansaço da noite anterior: olheiras profundas, mandíbula travada e o sangue seco que teimava em não sair da gola da camisa.
Dmitri o esperava na varanda, com uma xícara de café nas mãos e o olhar frio de quem já sabia o que vinha pela frente.
Dmitri: — A notícia chegou antes de você.
Mikhail: — Eu imaginei.
Mikhail se sentou na cadeira de frente para ele. Nenhum dos dois falou por alguns segundos.
O silên