Narrado por Yakov Smirnova
O gramado ainda segurava a umidade da madrugada quando alcancei o muro de trás. O cheiro de terra e metal fresco me acompanhava; o tipo de perfume que homens como eu aprendem a chamar de trabalho. A mansão era de Mikhail, não de Volkov. Isso jogava a meu favor: menos aparato de guerra pesado, mais confiança no perímetro e nos hábitos. Eu havia estudado as rondas, os câmeras, as rotas de fuga. Catarina estava ali dentro. VIVA — ordem de Marcello. O resto, dispensável.