O silêncio não se rompeu de imediato e, pela primeira vez, ninguém tentou quebrá-lo, porque não era um silêncio vazio. Era um silêncio de assimilação, de ajuste interno, de reconstrução.
Daniel foi o primeiro a se mover, mas ele não falou nada. Não reagiu com explosão, ele apenas virou de costas por um momento, apoiando as mãos na mesa, como se precisasse de algo concreto para se manter firme.
A respiração dele não estava descontrolada, mas também não estava estável. Era o tipo de respiração de