A casa dos Bianchi nunca esteve vazia, mesmo nos momentos de maior caos, quando ameaças externas invadiam o espaço e transformavam cada ambiente em um campo de tensão, havia algo que permanecia constante: presença.
E, entre todas as presenças, havia uma que nunca deixou de existir, apenas não ocupava o centro, Carmem.
Ela não havia saído, não havia se afastado, não havia desaparecido.
Ela esteve ali durante tudo, nos corredores silenciosos após discussões. Nas noites em que ninguém dormia. Nos