A chuva não parava, o som constante contra as janelas do escritório parecia marcar cada segundo de silêncio dentro da sala.
Lorenzo estava parado diante da mesa do pai, ele permanecia imóvel, como se o chão tivesse desaparecido sob seus pés.
Um irmão.
A palavra ecoava dentro da cabeça dele de uma forma absurdamente impossível e ainda assim… possível demais.
— Isso não faz sentido — Lorenzo disse finalmente, a voz saiu baixa, controlada à força.
— Se essa pessoa existisse… alguém teria encontrad