A chuva começava a cair sobre a cidade quando Lorenzo estacionou o carro em frente à mansão Bianchi, o som das gotas batendo no capo do carro ecoava pelo espaço.
Helena permaneceu em silêncio ao lado dele, ela sabia que aquele silêncio não era calmaria, era tempestade acumulada.
Lorenzo desligou o motor, mas não saiu do carro, seus olhos estavam perdidos no vazio à frente.
— Você acredita nele? — ele perguntou finalmente.
Helena demorou um segundo antes de responder.
— Eu acredito que Ricardo é