Dentro da antiga clínica o ar parecia mais pesado a cada segundo, não havia gritos, não havia correria, a tensão era silenciosa e, por isso, ainda mais perigosa.
Daniel Ferraz manteve os olhos fixos em Marco, mas sua atenção real estava em Matteo, o menino estava alguns metros atrás, próximo a uma porta entreaberta. Ele estava assustado e confuso, mas observando tudo.
— Ele não tem nada a ver com isso — disse Daniel, controlando o tom.
Marco inclinou levemente a cabeça.
— Tem tudo a ver.
Silênc