Antônio
Ainda estava com o bisturi na mão, olhando para ela dormindo.
Meus olhos procuravam pequenas diferenças para sempre saber quem era Cora e nunca mais permitir que algo assim aconteça. A única coisa que gritava era o corte no rosto.
Pensava em como compensá-la. E mal sentia minha mão levando o bisturi ao meu rosto. Só quando o corte começou foi que entendi que realmente queria isso.
O corte já estava no fim quando alguém puxou o instrumento da minha mão. A voz era de Amanda.
― Que porra é