A chave girou na fechadura e o som ecoou pelo hall silencioso da casa. Debbie empurrou a porta com cuidado, como se estivesse entrando em território sagrado — ou talvez profano, dependendo de como se olhasse (mesmo que fosse a casa dela). A casa estava arrumada, impecável, com o piso reluzindo sob a luz suave do entardecer, mas para ela, tudo parecia opaco, sem cor, como se estivesse observando através de um vidro fosco. Cada passo que dava ecoava no corredor e reverberava em sua mente, traze