Estendi a mão para ele e senti a irritação me envolver fortemente, porque eu odiava que ele sempre tivesse esse mesmo tipo de poder sobre mim.
— Você não vai morar aqui.
Ele se virou e olhou para mim.
— Não? Segundo quem?
— Eu. Senti um rubor tomar conta das minhas bochechas, mas não de vergonha, mas de raiva.
— Eu não sigo as suas ordens. Ele disse calmamente, e quase vi algum tipo de brilho de ódio em seu olhar outonal.
— Bem, eu também não sigo as suas! Exclamei. — Você não é meu pai!
Por al