— Nós precisamos conversar, Alys. — Posso observar a jovem se aproximando enquanto fecho a porta. Ela larga as sacolas de compras e recolhe a chave, escondendo-a na parte inferior da tábua. — O que seu pai tem ali pode acabar com...
— Eu sei! — Ela colocou a mão sobre minha boca para silenciar-me. — Não fala alto. — Ela agarrou as bolsas, inspirou profundamente, e nos conduziu para fora daquele lugar.
— Ele sabe o que eu sou. — Eu a observo.
— Ele não sabe, Cato. — Ela estava irredutível.
— Aly