De repente, de forma inesperada, ele desferiu um violento soco do seu punho cerrado no cabide de madeira, fazendo com que se chocasse contra a parede antes de despencar no chão, causando um baque ensurdecedor, que me fez estremecer dos pés à cabeça, invadida pelo mais intenso horror. Pude ver claramente ele fazendo o mesmo comigo e quis sair do quarto correndo, mas minhas pernas se recusaram a se mover, paralisadas pelo pânico.
— Nisso você tem razão, eu sou mesmo um monstro, muito mais cruel e