—Você pode me levar agora para conversar com o diretor de Artes?
— perguntei num inglês firme, tentando não demonstrar o nó que se formava em meu estômago.
Os olhos de Ayman — escuros, atentos, desconcertantes — pousaram sobre mim, e percebi uma mudança quase imperceptível na expressão dele.
— O senhor Wagner tirou uns dias — ele disse, a voz grave, lenta, carregada de algo que eu não soube identificar. — E eu assumi o posto dele. O teste que fará… será para mim.
Meu coração falhou um compasso.