Mundo de ficçãoIniciar sessão— Luís! — Ana fala com voz embargada e corre para os braços do marido, assim que o ver entrar em casa.
— Minha pequena! — Ele diz beijando-a sôfrego todo o seu rosto. Ambos se abraçam apertado e por fim, Luís acaricia as costas da minha filha com carinho, enquanto ela chora em seus braços.— Estou bem meu amor, não chora — pede meigo e carinhoso.— Não vou nem perguntar o que fizeram para trazê-lo de volta para casa. — Rose ralha, abrindo os seus braços para mim. Eu a puxo, colando o






