ALINA
“Alina.” A voz de Gregorio me puxa do sono.
“Você tá bem?” ele pergunta num tom baixo.
“Sim.” Respondo ainda meio grogue, virando pro lado e piscando os olhos várias vezes até abrir de vez.
“Dormiu bem, amor?” ele fala num tom suave, a mão deslizando pelo meu braço e me arrepiando inteira.
“Sim, eu tô bem melhor.” Garanto. Depois de um sono merecido, finalmente sinto que voltei a ser eu mesma.
“Que bom.” Ele murmura. “Meus pais estão aqui pra te ver.” Avisa, e eu tento me sentar na cama