Na ida até a casa de Seraphine, Lucca a ouvia sem muito interesse.
Ela fazia comentários preconceituosos sobre alguém — ele nem se deu ao trabalho de prestar atenção em quem era. Já tinha perdido o interesse na conversa.
— Você não acha, Lucca?
— Sim… claro — respondeu ele automaticamente.
Seraphine franziu a testa.
— Então quer dizer que você acha que se o mar fosse rosa seria muito melhor?
Lucca piscou, confuso.
— O quê?
— Foi exatamente o que eu disse agora — respondeu ela, impaciente.
Ele s