O quarto estava mergulhado no mais absoluto silêncio.
A única iluminação vinha da lua entrando pela janela.
Kiara continuava dormindo.
Ou…
Quase.
Ela parecia muito mais tranquila do que na cabana.
A respiração já não era tão pesada.
Mesmo assim, o peito de Lucca apertava toda vez que olhava para a marca em seu pescoço.
Não porque se arrependesse.
Nunca.
Mas porque aquela marca quase não existira.
Porque, se eles tivessem chegado alguns minutos depois…
Ela teria morrido.
Ele fechou