Era de manhãzinha quando meu telefone começou a tocar incessantemente. Sinto os braços fortes de Etore enrolados ao meu corpo e, quando abro os olhos devagar, vejo-o todo esparramado pela cama, grudado em mim.
Pego meu telefone para que o barulho não o acorde e vejo o nome de Zarina no visor.
Tiro seus braços de mim levemente, para que ele não acorde, e vou até a varanda.
Zarina me conta que pensa em fugir para não ter que se rebaixar às leis da máfia, e eu, como uma boa prima, a ajudarei. Quer