Etore coloca a mão na minha cintura, me levando para o elevador. Os toques de seus dedos no espaço vazio da minha roupa, roçando em minha pele, me causam um arrepio por todo o corpo. Quando estamos prestes a entrar no elevador, a porta do bar é aberta bruscamente e o nome dele é dito por uma mulher.
A ruiva que estava lá dentro com ele pouco tempo antes grita novamente.
— Etore, você vai mesmo me deixar aqui? — Ela diz com a voz manhosa, que chega a dar enjoo.
Mas não deixo ele responder, passo