Eu me virei, e meu olhar para ele era o de quem vê um estranho, frio e distante.
O rosto de Francisco mostrava choque e dor. Ele abriu a boca, trêmulo:
— Laura, sou eu, sou o Francisco...
Minha voz soou calma e fria:
— Sr. Francisco, entre nós, não há mais nada a ser dito.
Ao amanhecer, os trabalhos de resgate começaram a se concentrar na recuperação.
Francisco me abordou novamente, sua voz baixa e com um toque de desespero:
— Laura, eu sei que cometi um erro imperdoável, mas você está grávida!