Francis
— Ma’am, como a senhora se sente hoje? — perguntei à minha mãe enquanto a visitava no hospital.
Ela estava se recuperando bem e os médicos afirmavam que se continuasse naquele ritmo, ela iria para casa antes do próximo fim de semana.
— Como uma verdadeira prisioneira — ela reclamou, ajustando em seu corpo o robe verde que ela vestia por cima da camisola hospitalar.
— Você não é uma prisioneira, Ma’am, está aqui para ser cuidada.
— E quem cuida melhor de mim que a Nora? Eu quero ir para