Giulia
Eu me apoiei na sacada, deixando o ar frio tocar meu rosto enquanto tentava, em vão, acalmar o turbilhão dentro de mim. Olhei para o céu escuro, respirando fundo uma, duas, três vezes… tentando me recompor.
— Que bom que já está melhor.
A voz masculina atrás de mim fez meu corpo enrijecer levemente.
Me virei devagar, analisando o rosto desconhecido à minha frente.
— Desculpe… nós nos conhecemos? — perguntei, mantendo a educação, mas sem esconder a cautela.
— Perdão — ele sorriu de leve,