Do outro lado da linha, a voz rouca de Lorena soou carregada de dor:
— Desculpe, Priscila... Hoje não vai dar. Minha filha sofreu um sequestro, foi atacada, e ainda está deitada num quarto de hospital.
Priscila ficou paralisada por um instante, surpresa. Logo depois, demonstrou preocupação:
— Como assim a Vi foi sequestrada? Já descobriram quem fez isso? Em que hospital ela está? Vou passar aí para ver a menina.
Levantou-se, preparando-se para subir e trocar de roupa. Mas mal dera dois passos qu