Ninguém ousava se mover. O ar estava pesado, congelado pela tensão.
Nesse instante, por trás da multidão, Gabriel foi empurrado em sua cadeira de rodas.
Ao ver Beatriz dominada, com a arma apontada para a cabeça, o sangue lhe ferveu. Tentou se levantar de supetão para avançar contra o criminoso.
Um dos seguranças o conteve com firmeza e murmurou:
— Sr. Gabriel, ele está armado. Não podemos agir sem pensar. Se arriscarmos, a Srta. Beatriz perde a vida.
— A refém ainda respira. — Acrescentou um po