Ele percebia, enfim, que passara todo esse tempo se enganando. Sempre quis acreditar que Vi “não era tão má assim”, que “era apenas um pouco extrema”.
Agora, a verdade se impunha diante dele.
Renato cerrou os punhos, fechou os olhos e respirou fundo.
Ao abri-los novamente, o que havia neles era apenas frieza e decepção absoluta.
O silêncio no escritório era sufocante, quase aterrador.
A secretária, vendo o semblante sombrio do chefe, não ousava sequer respirar alto.
Tudo caminhava na direção do