“Você já ouviu falar em algo chamado personalidade histriônica?” foi o que a policial dissera a ele.
Renato respirou fundo e fechou os olhos. Não queria duvidar, mas também não queria acreditar.
Na mente, surgiam lembranças do jeito como a irmã interagia com ele no dia a dia e de como se comportava durante as chamadas de vídeo com os pais. Cada expressão, cada gesto, cada pequeno movimento...
Renato simplesmente não conseguia associá-la a algo cruel e perverso.
— Mas eu acho que guerra entre mul