— O senhor... Cuide da saúde. O médico disse... Gastrite... Não pode se estressar...
A voz dele era tão fraca que mal se ouvia, trêmula de medo. Mas, como assistente, era seu dever falar. Um trabalho miserável.
Gabriel estava tão furioso que sua sanidade pendia por um fio. Apertava os botões do elevador de forma desesperada, mas o aparelho simplesmente se recusava a subir.
O visor parou no número “1”. As portas se abriram e, sem pensar duas vezes, Gabriel apertou novamente o botão da cobertura.