Ao ouvir aquilo, Beatriz rapidamente voltou o olhar para frente. Tentou ao máximo manter uma expressão serena, como se nada estivesse acontecendo. Logo em seguida, forçou um leve sorriso.
— Pode confessar. Mesmo que você diga que o cartão caiu na privada, eu não vou te julgar. — Disse Eduardo, casualmente.
Beatriz não disse nada...
A capacidade de dedução desse homem… Era assustadora.
“Será que eu conto a verdade? Ou seria melhor inventar alguma desculpa mais aceitável?”
— Caiu na privada mesmo?