A porta do lado direito, que já não tinha sido bem fechada, foi puxada com força por alguém do lado de fora.
— Sr. Gabriel, por favor, desça do carro. — Disse o segurança, firme.
Gabriel o encarou com raiva evidente, as feições duras.
O homem insistiu:
— Se não descer por bem, vamos ter que tirá-lo à força.
Gabriel permaneceu em silêncio, como se em protesto mudo.
Seus olhos analisavam o entorno, contando os passos, avaliando as brechas, imaginando um novo plano de fuga assim que tocasse o chão.