— Claro que vou fazer uma boa ação e avisar a moça lá dentro, né. — Disse Eduardo, com um sorriso cheio de segundas intenções.
Letícia já ia retrucar, mas, ao ver o sorriso suspeito no rosto do irmão, franziu os olhos, desconfiada, e resolveu segui-lo.
Na sala de interrogatório.
Vitória já não chorava, mas ainda fungava seco. A maquiagem escorrida no rosto a deixava irreconhecível, estava um desastre.
Mas ela nem ligava mais para a aparência. Só conseguia pensar em duas coisas: de onde tiraria c