28. JÁ DISSE QUE ME ARREPENDO.
Magrin
— Vo...cê? — Entro na frente dela, não sei quem é esse cara, mas a forma que ela olha para ele, é nítido o seu espanto.
— Quem é ele, minha deusa?
— Alguém que sabe quem ela realmente é, uma assassina.
— Dobra sua língua pra falar dela.
— Ela contou que matou duas pessoas a sangue-frio? E tenho certeza que ela também tentou matar o padrasto, mas esse não me importo, ele mereceu.
— Sinto muito, eu não. — Ela chorava. — Eu não queria, mas doeu muito… eu… não devia ter feito… eu… não estava