Os dias seguintes são um silêncio que grita.
A casa, que sempre foi cheia de barulho — moto ligando cedo, voz dele mandando alguém fazer alguma coisa, funk baixo tocando na JBL dele na varanda — agora parece vazia mesmo estando cheia de gente. Os seguranças circulam, a empregada limpa, o Vassoura aparece de vez em quando pra perguntar se preciso de algo. Mas ele… o Jogador, ele sumiu.
No primeiro dia eu ainda achei que era normal. Ressaca, vergonha, sei lá. Mas no segundo dia, quando desci pra