Acordo com o corpo pesado pra caralho, como se um caminhão tivesse passado por cima de mim durante a noite. A cabeça lateja, lateja mesmo, tipo tambor de bateria de escola de samba no ensaio.
Eu abro o olho devagar, a luz do sol batendo na janela do quarto me agride na hora. Porra, quanto uísque eu virei ontem? A garrafa tava pela metade, mas aposto que acabou.
Eu me sento na cama, passo a mão na cabeça raspada, sinto o suor da noite.
Ressaca braba.
Mas não é só do álcool, não. Tem uma parada