A luz do entardecer entrava pela janela do hospital, iluminando o rosto tenso de Natália. Já haviam se passado vários dias desde sua internação e, embora a hemorragia tivesse se estabilizado, o peso no peito não lhe dava trégua.
Sentada na cama, ela segurava o celular com força enquanto a mensagem na tela a instava a verificar os resultados do teste de DNA que havia feito com Astrid.
Um nó se formou em seu estômago ao pensar no que estava prestes a descobrir. E se tudo o que ela acreditava sobr