ADRIANA.
“Então, tire tudo”, disse baixinho, querendo desviar o olhar, mas incapaz de fazê-lo.
Ele desabotoou os botões e eu lutei contra a vontade de ficar de joelhos e ajudá-lo a arrancá-los... ele tirou a camisa e meu olhar mergulhou para onde eu o havia enfaixado. Ele estava praticamente curado, a ferida ainda estava vermelha, mas estava fechada, de manhã provavelmente estaria bem melhor.
Ele com certeza removeu o curativo rapidamente.
“Não gostou do seu corpo perfeito coberto com bandag