Deusa, ela estava segura.
Pressionei meu rosto em seu cabelo, tentando me acalmar. Ela poderia ter morrido, que merda.
“Estou bem…”, ela respirou, “mas você não está!”.
Fechei os olhos, inalando o cheiro de seus cabelos, a mistura de seus aromas naturais e seu xampu acalmando a sede de sangue.
“Precisamos sair daqui. Temos que movê-la, de qualquer maneira”, disse, recuando e olhando para Ada. Seu batimento cardíaco estava mais forte.
Olhei para os cadáveres no chão, dei um passo para tr