Nos portões de ferro batido da mansão Volkov, um SUV preto com vidros blindados e película excessivamente escura reduziu a velocidade até quase parar. O motor roncava baixo, como um animal à espreita. O segurança da guarita estreitou os olhos, a mão pousando discretamente na arma de polímero no coldre, enquanto as câmeras de alta definição giravam para capturar a placa. Por longos trinta segundos, o veículo permaneceu ali, imóvel, um intruso silencioso na paz da manhã. Tão rápido quanto surgiu,