Dmitri bebeu a sua dose, a frieza em seus olhos ligeiramente turva, quando sentiu uma presença. A mulher deslizou novamente para o banco ao lado dele com uma graça felina. Ela pediu um drink com um sorriso sutil para o barman, um Martini. Ela vestia calças justas e um blazer elegante, mas a competência letal de sua postura não a abandonava. Estava ofegante.
- Já que não vai dançar comigo... Vamos beber!
Dmitri a observou em silêncio por um longo momento, os olhos frios estudando-a. Ele tentou