Nyla
Mais alguns quarteirões e estaremos no cais da ilha.
O colar esquenta mais.
Meu pulso acelera junto.
Entramos por fim em um galpão onde o colar reage mais forte e o cheiro também é mais vívido.
“Deve estar aqui dentro.” Declaro, ansiosa.
O galpão está preso com correntes grossas, enroladas na porta metálica. Há um cadeado pesado no centro, como se aquilo fosse suficiente para esconder o que existe lá dentro.
Talvez fosse, antes. Contra pessoas comuns. Contra gente assustada. Contra prisione