Calcei as sapatilhas simples de balé. Em seguida, peguei o controle remoto do pequeno aparelho de som que eu sempre mantinha no canto da parede.
Avancei até a segunda música, escolhendo Nothing Else Matters, do Apocalyptica, e aumentei o volume para abafar o ruído do lado de fora, largando o controle e meu celular sobre a mesa.
A batida marcou um, dois, três, quatro e cinco, e sincronizei meus passos à medida que outros instrumentos se juntavam à melodia; subi na ponta dos dedos e dei uma pirue