O corredor parecia não ter fim.
As paredes eram de concreto puro, sem janelas, sem qualquer sinal de vida além das luzes frias no teto que piscavam em intervalos irregulares.
Beatriz caminhava à frente, o coração acelerado, sentindo que cada passo a levava mais fundo em algo que talvez não tivesse retorno.
Lorenzo vinha logo atrás, atento a cada detalhe.
Raul, mais atrás, respirava pesado.
E Augusto…
andava com calma.
Como se aquele lugar fosse parte dele.
— Onde estamos exatamente? — p