Henrique
A brisa morna da manhã acariciava meu rosto enquanto caminhávamos pelas ruas de paralelepípedo da pequena cidade litorânea. O céu estava limpo, um azul vibrante sem nenhuma nuvem à vista. O sol brilhava alto, refletindo-se no mar calmo que se estendia até o horizonte. Mariana segurava minha mão, seus dedos entrelaçados nos meus com delicadeza.
Eu olhava para ela e via algo que não enxergava há muito tempo: paz. Sua pele, antes tão pálida pelo tratamento, agora tinha um leve tom cor