Desci do carro ainda presa ao timbre rouco de Michael e ao azul daqueles olhos, duas vezes mais misteriosos naquela tarde. Que passado ele escondia em um lugar tão verde e silencioso?
Tive apenas tempo de desembarcar Kesha, e logo uma freira de hábito marrom desceu os degraus da casa com um sorriso agrupando suas bochechas rosadas.
— Matthew se comportou? — perguntou ela, se aproximando da sombra do nosso salgueiro.
— Como sempre, Madre — Michael sorria enquanto o pequeno Matt se agarrava