A porta bateu atrás de mim, selando os trovões do lado de fora. Encostei as costas na madeira fria e fechei os olhos, tentando recuperar o fôlego que havia deixado no carro de Michael. Uma mão cobriu minha boca, a outra pressionava o peito, onde o coração ainda batia descompassado. Seu perfume estava impregnado no meu pulso e na gola úmida da minha blusa.
— Que perfume bom... — sussurrei para a sala escura vazia.
Deixei a cabeça tombar para trás, contra a porta.
— Deus... que homem!
Ainda inebr