POV EROS
Se assassinato não fosse crime, eu já teria matado um homem.
A fúria me cegou quando vi Celeste abraçando outro homem. Ela parecia tão tranquila, feliz e confortável nos braços dele. Nunca a tinha visto assim comigo. Nem uma única vez ela se entregou livremente em meus braços, como fez com aquele cara!
Minhas mãos tremiam, e meu sangue fervia de raiva e ciúmes. Eu queria socar aquele sujeito, derrubá-lo, deixá-lo inconsciente, fosse ele quem fosse. Melhor ainda, matá-lo na hora.
Ningué