Cap.61
Naquela manhã, Gabriel acordou mais leve. As palavras que dissera à tia Magda ainda estavam em sua cabeça enquanto se arrumava no banheiro social e, pela primeira vez em muito tempo, sentia que o futuro ao lado de alguém que amava podia ser uma realidade a ser planejada.
Vestiu-se cedo, passou a mão pelos cabelos e saiu em silêncio, sem acordar ninguém.
No caminho, parou diante da pequena floricultura da esquina. Havia algo singelo e verdadeiro em um gesto simples, e ele queria isso: ent